A Oração do Acólito começa  

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A Oração do Acólito começa
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Vamos todos ao EMA
Entrámos em Dezembro
Barulhos e silêncios
O verão está a acabar…
PAPA BENTO XVI
Ser acólito é ...
Homilia do XXVI EMA

 

 

   

 

 

A Oração do Acólito começa:

Senhor Jesus Cristo, sempre vivo e presente connosco, tornai-me digno de Vos servir no Altar da Eucaristia.

Desta forma o acólito reconhece que a sua primeira e principal alegria é sentir-se pertença de Cristo. Reconhece que Cristo é a sua Vida. Assim a primeira missão do Acólito é ser uma verdadeira imagem de Jesus, Vivo em cada coração e que quer viver nos demais corações.

Cristo viver no nosso coração, não é um feito nosso mas de Deus, pois pelo baptismo Deus santificou-nos e deu-nos a Sua Vida. O Acólito, é, tem de ser, antes de mais um cristão sério, cumpridor dos seus deveres cristãos, vivendo essa alegria, transmitindo essa alegria. Se dizemos que Cristo está sempre vivo e presente connosco, estamos a afirmar que a Sua presença nos acompanha em todos os momentos, não apenas no altar. Por isso devemos anuncia-lo em todos os momentos, não apenas quando vestimos a alva. Se um acólito não tem vergonha, antes pelo contrário deve ter um são orgulho, de vestir a alva, muito menos deve ter vergonha de se identificar como cristão no seu meio, seja na escola, no trabalho, com os amigos, ou mesmo em casa.

Ora, se eu tomo consciência de que é Deus que me santifica e me acompanha, então tomo igualmente consciência de que é Ele que me torna digno de O servir no Altar. Se dizia que devemos ter um são orgulho em vestir a alva, digo igualmente que esse orgulho deve ser vivido com humildade e disponibilidade para o serviço. Ser acólito não é ser um cristão mais especial. Mas é ser um cristão que se deixa dignificar por Deus para O servir.

S. Tarcísio, patrono mundial dos acólitos é exemplo disso mesmo. Morreu porque não tinha vergonha da sua missão. Cumpria a sua missão com esse são orgulho, determinação e responsabilidade, percebeu que o importante não era ele ou a sua vida, mas aquele que ele transportava nas mãos, no dia do seu martírio: o seu Senhor sempre Vivo e Presente!

 

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