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O amigo e o
sustentáculo da vida
Vós, que quereis ser para cada um o
amigo e o sustentáculo no caminho da vida, concedei-me uma fé humilde e
forte, alegre e generosa, pronta para vos testemunhar e servir.
A Oração do Acólito prossegue mostrando
a fonte da nossa relação com Deus. Na verdade não somos nós que escolhemos
Deus. Não somos nós que fazemos um exercício mental ou relacional para O
escolhermos. É Ele que nos escolhe. È o Seu grande Amor que nos torna
capazes de responder aos Seus apelos. É Ele que “quer ser o nosso amigo”,
mais Ele quer ser a nossa força, o nosso sustentáculo, Ele deseja viver
connosco a nossa vida. «Vinde a mim, todos os que estais cansados e
oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei
de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o
vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.» (Mt 11,
27-30). Mas ser sustentáculo é mais que um mero apoio. Ser sustentáculo é
ser alicerce. Cristo é assim a razão da nossa vida e do nosso serviço como
acólitos. E o que pedimos em troca? Apenas Fé. Uma fé inabalável (forte),
feliz (alegre) e fecunda (generosa). Uma fé que não se fica escondida por
baixo de uma alva dentro de uma igreja, mas uma fé que é capas de se tornar
testemunho de vida em todas as circunstâncias. Uma fé que se transforma em
serviço no altar, na comunidade cristã e na comunidade social.
O
acólito não é então um mero indivíduo que sabe que foi baptizado, mas
é um Cristão que sabe que é baptizado e que vive em cada momento da
sua vida o baptismo que recebeu. Sabe que esse caminho não é percorrido só,
mas que tem Cristo como “o amigo e o sustentáculo”

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