Santos Populares  

Uma palavra
O amigo e o sustentáculo da vida
A Oração do Acólito começa
Ano sacerdotal
Beato Francisco Marto
XXIX EMA
Paulo, Apóstolo ...
Uma Páscoa verdejante
Uma Quaresma de branco
Um novo ano…
Seminários Diocesanos
Santos Populares
Vamos todos ao EMA
Entrámos em Dezembro
Barulhos e silêncios
O verão está a acabar…
PAPA BENTO XVI
Ser acólito é ...
Homilia do XXVI EMA

 

 

   

 

 

Santos Populares

 

O mês de Junho é, tradicionalmente, o mês dos Santos Populares: St. António, S. João e S. Pedro. Contudo há que fazer uma grande distinção entre popular e popularucho. Podemos olhar para estes santos como uma boa desculpa para comermos umas sardinhas e saborearmos a alegria vínica. Podemos olhar para eles como uns “porreiros” pois até nos dão um feriado ou como boa desculpa para casamentos mediáticos incluindo os que de religiosos nada têm. A esta visão dos Santos chamamos de popularucha.

Podemos também olhar para eles como três homens que no seu tempo tiveram, mesmo com as suas fragilidades humanas, coragem de proclamar e viver o Amor a Deus e de Deus.

St. António dizia que “tudo é nada, excepto Amar a Deus”. É visto como o casamenteiro… e certamente ficará feliz se os casais descobrirem que o seu matrimónio é o Sacramento do amor e são o sinal do Amor de Deus pelos Homens. Certamente ficará feliz se os casais e cada pessoa descobrir que é no amor a Deus que toda a vida tem que acontecer. Ficará feliz, se cada acólito encontrar a verdadeira vocação a que é chamado.

S. João, o Baptista, amou tanto a Cristo que, para o anunciar, deu a sua vida. Foi ele que, com Jesus no Jordão, transformou um baptismo de conversão num baptismo de Filiação Divina. Várias vezes o quiseram fazer Messias, mas ele sempre respondeu que não. Ele apontava o Cordeiro de Deus dizendo: “que Ele cresça e eu diminua”.

S. Pedro, discípulo de Jesus, também entregou a sua vida pelo Seu Mestre. Caminhou com Cristo, sendo um simples pescador foi escolhido par guiar a Igreja nascente. Vacilou e negou-O, mas reconhecendo a sua fragilidade professou novamente o seu amor: “Tu sabes tudo, Senhor, bem sabes que Te amo!”

Três Santos. Três homens iguais a tantos outros. Três pessoas de situações sociais e económicas diferentes, bem como de diferentes níveis culturais e académicos. Contudo, três homens unidos no mesmo Amor, marcados e apaixonados pelo mesmo Jesus. Podendo valerem-se das suas condições, viveram com simplicidade e humildemente. Três dos Santos mais venerados por toda a Igreja e mais respeitados em todas as culturas e mesmo pelas outras religiões. Três homens que são para nós exemplo e estímulo para vivermos a Santidade que recebemos no Baptismo. Talvez por isso eles sejam tão populares entre nós: porque sendo do povo, nos indicam Aquele que deu a Sua Vida pelo Povo. O Acólito tem nestes três homens a grande força e exemplo do seu serviço, dedicação e amor à Eucaristia.

 

Voltar ao Cantinho

Uma palavra | O amigo e o sustentáculo da vida | A Oração do Acólito começa | Ano sacerdotal | Beato Francisco Marto | XXIX EMA | Paulo, Apóstolo ... | Uma Páscoa verdejante | Uma Quaresma de branco | Um novo ano… | Seminários Diocesanos | Santos Populares | Vamos todos ao EMA | Entrámos em Dezembro | Barulhos e silêncios | O verão está a acabar… | PAPA BENTO XVI | Ser acólito é ... | Homilia do XXVI EMA