Seminários Diocesanos  

Uma palavra
O amigo e o sustentáculo da vida
A Oração do Acólito começa
Ano sacerdotal
Beato Francisco Marto
XXIX EMA
Paulo, Apóstolo ...
Uma Páscoa verdejante
Uma Quaresma de branco
Um novo ano…
Seminários Diocesanos
Santos Populares
Vamos todos ao EMA
Entrámos em Dezembro
Barulhos e silêncios
O verão está a acabar…
PAPA BENTO XVI
Ser acólito é ...
Homilia do XXVI EMA

 

 

   

 

 

Seminários Diocesanos

 

De 11 a 18 deste mês de Novembro, vivemos a semana de oração pelos seminários diocesanos. Se ao longo do ano temos vários octavários de oração, não é porque nos podemos esquecer os destinatários da nossa oração de determinada semana no resto do ano. Pelo contrário estas semanas de oração fortalecem e intensificam a necessidade de rezarmos sobre determinadas situações.

 

Dos seminários diocesanos saem para as paróquias, organismos diocesanos e outros serviços da Igreja os novos padres. São como um viveiro no qual as plantas são cuidadas para depois poderem ser transplantadas e darem fruto. Esta imagem é a que está na origem etimológica do nome seminário: viveiro. Assim o seminário é o “viveiro” de vocações. Para um viveiro poder produzir é necessário que nele sejam depositadas as sementes, é necessário cuidar desses rebentos. E isto é tarefa de todos os cristãos. É das comunidades locais, como as paróquias, que saem as vocações sacerdotais, é das comunidades que sai a oração que “rega e aduba” as vocações que estão em “viveiro”. E nisto ninguém se pode demitir, pois todos podemos rezar para que os nossos seminários se encham e de jovens disponíveis e atentos à vocação a que Deus lhes chama. Se há grupo que deve estimar o seminário e ser estimado por este é o grupo dos acólitos, pois, servindo o altar da Eucaristia, entram em especial contacto com Aquele que chama.

 

Alguém falava do seminário como “o coração da diocese”. E assim é. De lá é bombeado o sangue que alimentas células (que são as paróquias) deste grande corpo (que é toda a Igreja Universal). Não podemos deixar que o nosso coração pare. A oração, o cuidado espiritual e material pelos seminaristas e pelo seminário, é este esforço de todo o corpo, para que o coração continue a bater sãmente. Os nossos seminários podem estar fisicamente longe, mas terão de estar sempre perto de nós e sempre presente na nossa oração. Ninguém pode reclamar para si ou para sua comunidade um padre se não cuidar que este “coração” continue a bater.

    É obrigação de todos os fiéis alimentar o seminário quer com novas vocações, quer com a oração, quer materialmente. Pois é obrigação de todos os cristãos pedir realizar o mandato do Senhor: “Pedi ao Senhor da messe que mande trabalhadores para a Sua messe” (Mt 9,38)

 

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